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Monges e Cervejas? Você pode estar se perguntando…

 

Mas você sabia que os monges católicos fazem algumas das melhores cervejas do mundo?

Pode até parecer estranho, mas a verdade é que, sim!

 

A história faz bem mais sentido do que parece. Desde o seu descobrimento, a cerveja passou por diversas transformações. Foi na Idade Média, com a influência dos mosteiros, que as cervejas não só receberam melhorias, como também passaram a ser produzidas.

Foi uma época em que a produção de cerveja era uma atividade doméstica – na grande maioria das vezes feita por mulheres, já que a bebida fazia parte da rotina alimentar das famílias por conta do seu valor nutricional semelhante ao pão e também por ser muitas vezes mais seguro beber cerveja do que água.

Estranho?

Acontece que as práticas sanitárias na Idade Média não eram muito seguras, tendo muitas vezes águas impróprias para beber.

 

Monges e Cervejas

 

A história com os monges está relacionada ao conhecimento das praticas para produção da bebida e com o aprimoramento da qualidade da cerveja. Era a igreja e, consequentemente os monges, que detinham de conhecimento, estudo e sabiam escrever.

Em busca de tornar a cerveja mais agradável e também nutritiva, eles passaram a estudar e pensar formas de melhorar essa bebida. Foi aí que o uso do lúpulo passou a integrar a produção da cerveja e iniciaram a aromatização da bebida utilizando ervas em sua produção.

O interesse de melhorar a cerveja foi uma necessidade própria, já que as bebidas  mais encorpadas ajudavam a passar os dias de jejum. Vale ressaltar que na abstinência dos monges ingerir comida sólida era proibido.

 

A cervejaria mais antiga do mundo

 

Foi na Suíça, em St. Gallen, e na Alemanha, em Weihenstephan e St. Emmeran, que os conventos mais antigos iniciaram a produção de cerveja.

Weihenstephan recebeu em 1040 d.C. a autorização profissional para fabricação e venda da cerveja. Ou seja, é na Alemanha que está a cervejaria mais antiga do mundo, ainda em funcionamento, atuando até como Centro de Ensino da Tecnologia de Cervejaria da Universidade Técnica de Munique.

 

Cervejas trapistas

 

Trapistas são Abadias (Uma comunidade monástica cristã, originalmente católica) que produzem cervejas há muito tempo e seus monges vivem uma rotina de trabalho e oração.

Atualmente, existem apenas 11 cervejarias que podem estampar o selo trapista: uma está na Itália, uma na Áustria, uma nos Estados Unidos, duas na Holanda e seis na Bélgica. Algumas delas estão entre as melhores do mundo.

Existem mosteiros trapistas em todo o mundo. E apesar de não terem o selo, o modelo trapista está muito relacionado com a forma de produção e venda. A cerveja deve ser produzida dentro do mosteiro e feita pelos monges ou com a supervisão deles; A cervejaria tem de ter importância secundária e não deve ser destinada para ser um empreendimento lucrativo. A renda deve cobrir os custos de vida dos monges e o que sobrar deve ser doado.

 

Interessante essa relação dos Monges e Cerveja, não é verdade?

Visitar um mosteiro produtor de Cerveja com certeza é uma experiência cultural e gastronômica única!

Alguns Mosteiros são destaque:

Mosteiro de Weltenburg

Mosteiro de Andechs 

Interessante essa relação dos Monges e Cerveja, não é verdade? Visitar um mosteiro produtor de Cerveja com certeza é uma experiência cultural e gastronômica única!|   Quer saber um pouco mais? Conheça a excursão para a Oktoberfest Munique 2019 e a visita que o grupo fará ao Mosteiro de Andechs e ao Mosteiro de Weltenburg, alguns dos mais antigos do Mundo.   Confira mais detalhes da Excursão aqui: http://viaflyviagens.com.br/oktoberfest-munique-2019/ Continue acompanhando o conteúdo especial que preparamos para você sobre a festa e toda a história e curiosidades sobre a cultura cervejeira!